O portador de deficiencia ainda é visto como um dezafia para a sociedade que continua colocando o portador de defiencia como um merro coitadinho que nessessita de cuidados mais não a o portunidade que este deficiente só esta nesta situação por falta de oternativa que essa sociedade impoe a mesma deveria facilitar a convivencia deste deciente sem constregimento
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
DIA DO PORTADOR DE DEFICIENCIA
O portador de deficiencia ainda é visto como um dezafia para a sociedade que continua colocando o portador de defiencia como um merro coitadinho que nessessita de cuidados mais não a o portunidade que este deficiente só esta nesta situação por falta de oternativa que essa sociedade impoe a mesma deveria facilitar a convivencia deste deciente sem constregimento
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
DEBATE
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
futel
Santarém - No jogo contra o Rio Branco na noite de ontem (18), o time alvinegro não conseguiu a vitória. O primeiro lance do jogo foi do time da casa aos 11 minutos, em uma cobrança de falta sem sucesso do meia Soares. Outra finalização mal concluída do time alvinegro foi de Maxi Jari, ainda no primeiro tempo. O Rio Branco respondeu com uma tentativa de Testinha.
Veio o segundo tempo e os dois times voltaram a campo com a mesma formação do primeiro tempo. O árbitro amazonense viu o pênalti de Rafael em Max Jari e quando a torcida esperava a bola entrar, Soares não conseguiu fazer o gol. “Perdemos o pênalti, mas paciência. Faz parte do jogo”, lamenta o técnico Sebastião Rocha. Mas, dois minutos mais tarde o meia se redime e ao receber o cruzamento de Souza, fez o gol.
Até os 39 minutos estava tudo bem e a vitória parecia garantida. Mas com a falha da zaga alvinegra, Testinha empatou. O jogo terminou do mesmo jeito que começou, sem vitória de nenhuma das duas equipes.
O São Raimundo soma 172 dias sem uma vitória no Colosso do Tapajós. A última aconteceu no dia 28 de fevereiro sobre o Paysandu pelo Parazão 2010. Com o resultado, os dois times ocupam as últimas posições do Grupo A, com três pontos e ficam sem esperança de classificação.
Na frente deles, está o Águia, com cinco; o Fortaleza, com seis; e o Paysandu, com dez pontos ganhos.
Veio o segundo tempo e os dois times voltaram a campo com a mesma formação do primeiro tempo. O árbitro amazonense viu o pênalti de Rafael em Max Jari e quando a torcida esperava a bola entrar, Soares não conseguiu fazer o gol. “Perdemos o pênalti, mas paciência. Faz parte do jogo”, lamenta o técnico Sebastião Rocha. Mas, dois minutos mais tarde o meia se redime e ao receber o cruzamento de Souza, fez o gol.
Até os 39 minutos estava tudo bem e a vitória parecia garantida. Mas com a falha da zaga alvinegra, Testinha empatou. O jogo terminou do mesmo jeito que começou, sem vitória de nenhuma das duas equipes.
O São Raimundo soma 172 dias sem uma vitória no Colosso do Tapajós. A última aconteceu no dia 28 de fevereiro sobre o Paysandu pelo Parazão 2010. Com o resultado, os dois times ocupam as últimas posições do Grupo A, com três pontos e ficam sem esperança de classificação.
Na frente deles, está o Águia, com cinco; o Fortaleza, com seis; e o Paysandu, com dez pontos ganhos.
terça-feira, 20 de julho de 2010
COMO EDUCAR
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
FOTO: Fifa apresenta Jabulani dourada para a final da Copa
COPA
Mundo da FIFA Brasil 2014 - com o lançamento do Emblema Oficial do evento em Johanesburgo – o briefing diário que a FIFA realiza com os meios de comunicação no estádio Soccer City teve uma edição especial. Em pauta, os preparativos para o próximo Mundial e, como convidados, o presidente do Comitê Organizador do Brasil 2014, Ricardo Teixeira, e dois campeões mundiais pela Seleção Brasileira nos Estados Unidos 1994: Romário e o técnico Carlos Alberto Parreira, que, como técnico da equipe da África do Sul, vivenciou de perto o ambiente de um pais anfitrião.Entre respostas às perguntas dos meios de comunicação e discussões sobre os desafios que vêm pela frente, um eixo em comum: é necessário aprender com os erros e acertos para seguir levando a Copa do Mundo a um patamar cada vez mais alto. “Pelo que acompanho como membro do Comitê Executivo da FIFA e do Comitê Organizador das últimas edições da Copa do Mundo, a FIFA está sempre revendo seus conceitos e operações. Claro que procurou-se mudar qualquer coisa que não tenha acontecido da melhor forma na Coreia do Sul e no Japão em 2002 antes da Alemanha 2006. O mesmo valeu da Alemanha para a África do Sul. E, certamente, aprenderemos com tudo aquilo que foi um sucesso aqui e também teremos coisas para corrigir para 2014”, explicou Ricardo Teixeira. “Devemos utilizar todos os ensinamentos que possamos tirar daqui, os positivos e os negativos, para não repetirmos erros e mantermos tudo aquilo que estiver bem.”Parreira relembrou o ambiente de desconfiança com relação à capacidade da África do Sul de organizar a Copa do Mundo durante sua primeira passagem pelo comando dos Bafana Bafana, em 2007, e reiterou sua satisfação com os resultados obtidos – os mesmos que espera ver espelhados no Brasil. “Depois de anos de trabalho que eu acompanhei de perto, a estrutura, o planejamento, o apoio do governo e a agilidade nas decisões fizeram com que a Copa na África do Sul fosse um sucesso. Temos que nos aconselhar, juntar gente com experiência e reforçar a nossa unidade, o que vai ser fundamental para um país de dimensões continentais como o nosso”, salientou o treinador, que conheceu o país o suficiente para enxergar as transformações que vão alem do futebol. “A cara da África do Sul diante do mundo mudou. As cidades melhoraram, e um legado foi deixado. Esperamos que ocorra o mesmo no Brasil.”Mesmo para o Baixinho Romário, cuja área de atuação sempre foi o gramado, a dimensão da Copa do Mundo que extrapola o futebol é o que merece destaque quando lhe perguntam seus sonhos para 2014. “Dizer que sonho com um título do Brasil dentro do campo seria a resposta óbvia, mas o que quero mesmo é que, de agora até 2014, possamos fazer um Brasil melhor para todos os brasileiros”, assegurou o ex-atacante, vencedor da Bola de Ouro adidas da Copa do Mundo da FIFA Estados Unidos 1994. “Depois da Copa das Confederações em 2013 e da Copa de 2014, ainda temos a Copa América de 2015 e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. Temos tempo suficiente para aproveitar essa ocasião e mudar muita coisa no país
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