Mundo da FIFA Brasil 2014 - com o lançamento do Emblema Oficial do evento em Johanesburgo – o briefing diário que a FIFA realiza com os meios de comunicação no estádio Soccer City teve uma edição especial. Em pauta, os preparativos para o próximo Mundial e, como convidados, o presidente do Comitê Organizador do Brasil 2014, Ricardo Teixeira, e dois campeões mundiais pela Seleção Brasileira nos Estados Unidos 1994: Romário e o técnico Carlos Alberto Parreira, que, como técnico da equipe da África do Sul, vivenciou de perto o ambiente de um pais anfitrião.Entre respostas às perguntas dos meios de comunicação e discussões sobre os desafios que vêm pela frente, um eixo em comum: é necessário aprender com os erros e acertos para seguir levando a Copa do Mundo a um patamar cada vez mais alto. “Pelo que acompanho como membro do Comitê Executivo da FIFA e do Comitê Organizador das últimas edições da Copa do Mundo, a FIFA está sempre revendo seus conceitos e operações. Claro que procurou-se mudar qualquer coisa que não tenha acontecido da melhor forma na Coreia do Sul e no Japão em 2002 antes da Alemanha 2006. O mesmo valeu da Alemanha para a África do Sul. E, certamente, aprenderemos com tudo aquilo que foi um sucesso aqui e também teremos coisas para corrigir para 2014”, explicou Ricardo Teixeira. “Devemos utilizar todos os ensinamentos que possamos tirar daqui, os positivos e os negativos, para não repetirmos erros e mantermos tudo aquilo que estiver bem.”Parreira relembrou o ambiente de desconfiança com relação à capacidade da África do Sul de organizar a Copa do Mundo durante sua primeira passagem pelo comando dos Bafana Bafana, em 2007, e reiterou sua satisfação com os resultados obtidos – os mesmos que espera ver espelhados no Brasil. “Depois de anos de trabalho que eu acompanhei de perto, a estrutura, o planejamento, o apoio do governo e a agilidade nas decisões fizeram com que a Copa na África do Sul fosse um sucesso. Temos que nos aconselhar, juntar gente com experiência e reforçar a nossa unidade, o que vai ser fundamental para um país de dimensões continentais como o nosso”, salientou o treinador, que conheceu o país o suficiente para enxergar as transformações que vão alem do futebol. “A cara da África do Sul diante do mundo mudou. As cidades melhoraram, e um legado foi deixado. Esperamos que ocorra o mesmo no Brasil.”Mesmo para o Baixinho Romário, cuja área de atuação sempre foi o gramado, a dimensão da Copa do Mundo que extrapola o futebol é o que merece destaque quando lhe perguntam seus sonhos para 2014. “Dizer que sonho com um título do Brasil dentro do campo seria a resposta óbvia, mas o que quero mesmo é que, de agora até 2014, possamos fazer um Brasil melhor para todos os brasileiros”, assegurou o ex-atacante, vencedor da Bola de Ouro adidas da Copa do Mundo da FIFA Estados Unidos 1994. “Depois da Copa das Confederações em 2013 e da Copa de 2014, ainda temos a Copa América de 2015 e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. Temos tempo suficiente para aproveitar essa ocasião e mudar muita coisa no paísquinta-feira, 8 de julho de 2010
COPA
Mundo da FIFA Brasil 2014 - com o lançamento do Emblema Oficial do evento em Johanesburgo – o briefing diário que a FIFA realiza com os meios de comunicação no estádio Soccer City teve uma edição especial. Em pauta, os preparativos para o próximo Mundial e, como convidados, o presidente do Comitê Organizador do Brasil 2014, Ricardo Teixeira, e dois campeões mundiais pela Seleção Brasileira nos Estados Unidos 1994: Romário e o técnico Carlos Alberto Parreira, que, como técnico da equipe da África do Sul, vivenciou de perto o ambiente de um pais anfitrião.Entre respostas às perguntas dos meios de comunicação e discussões sobre os desafios que vêm pela frente, um eixo em comum: é necessário aprender com os erros e acertos para seguir levando a Copa do Mundo a um patamar cada vez mais alto. “Pelo que acompanho como membro do Comitê Executivo da FIFA e do Comitê Organizador das últimas edições da Copa do Mundo, a FIFA está sempre revendo seus conceitos e operações. Claro que procurou-se mudar qualquer coisa que não tenha acontecido da melhor forma na Coreia do Sul e no Japão em 2002 antes da Alemanha 2006. O mesmo valeu da Alemanha para a África do Sul. E, certamente, aprenderemos com tudo aquilo que foi um sucesso aqui e também teremos coisas para corrigir para 2014”, explicou Ricardo Teixeira. “Devemos utilizar todos os ensinamentos que possamos tirar daqui, os positivos e os negativos, para não repetirmos erros e mantermos tudo aquilo que estiver bem.”Parreira relembrou o ambiente de desconfiança com relação à capacidade da África do Sul de organizar a Copa do Mundo durante sua primeira passagem pelo comando dos Bafana Bafana, em 2007, e reiterou sua satisfação com os resultados obtidos – os mesmos que espera ver espelhados no Brasil. “Depois de anos de trabalho que eu acompanhei de perto, a estrutura, o planejamento, o apoio do governo e a agilidade nas decisões fizeram com que a Copa na África do Sul fosse um sucesso. Temos que nos aconselhar, juntar gente com experiência e reforçar a nossa unidade, o que vai ser fundamental para um país de dimensões continentais como o nosso”, salientou o treinador, que conheceu o país o suficiente para enxergar as transformações que vão alem do futebol. “A cara da África do Sul diante do mundo mudou. As cidades melhoraram, e um legado foi deixado. Esperamos que ocorra o mesmo no Brasil.”Mesmo para o Baixinho Romário, cuja área de atuação sempre foi o gramado, a dimensão da Copa do Mundo que extrapola o futebol é o que merece destaque quando lhe perguntam seus sonhos para 2014. “Dizer que sonho com um título do Brasil dentro do campo seria a resposta óbvia, mas o que quero mesmo é que, de agora até 2014, possamos fazer um Brasil melhor para todos os brasileiros”, assegurou o ex-atacante, vencedor da Bola de Ouro adidas da Copa do Mundo da FIFA Estados Unidos 1994. “Depois da Copa das Confederações em 2013 e da Copa de 2014, ainda temos a Copa América de 2015 e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. Temos tempo suficiente para aproveitar essa ocasião e mudar muita coisa no paísterça-feira, 25 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
IMAGEM DO MES
quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
INTIMIDADE COM DEUS
Nós vivemos numa época em que existem numerosas coisas ao nosso dispor que consomem o nosso tempo. Existe a internet, jogos, computadores, centenas de canais de televisão para todos os gostos, e a lista continua. Existem várias opções à sua volta para deixar-lhe distraido o sificiente para que não tenha tempo algum livre. Até mesmo várias revistas e jornais estão indo a falência porque as pessoas dizem não ter mais tempo para ler, devido ao cérebro estar tão ocupado com a multidão de entretenimento.
O que nos leva a pensar o seguinte; como é que as pessoas viviam antes de ter toda esta tecnologia à sua volta? A maior parte das pessoas são da opinião que naquela altura a vida deveria ser um verdadeiro tédio. Contudo parece que hoje em dia, o número de pessoas que sofrem com depressão não para de subir, e a taxa de divórcio também está cada vez mais alta, e o crime nas nossas ruas se torna cada vez mais violento. Será que isto é um sinal que alguma coisa ao nosso redor tem que mudar?
A verdade é que todas estas tecnologias hoje em dia só nos roubam do tempo que outrora dedicávamos às coisas que são realmente importantes. Antigamente as pessoas passavam a sua hora do jantar sentados à mesa com a sua família, falando sobre os planos do futuro e desfrutando da companhia um do outro. Mas hoje em dia essas mesmas pessoas se acham ocupadas demais porque estão vendo os seus emails ou falando de graça na internet com os seus amigos noutra parte do mundo. As crianças hoje em dia não brincam mais com os seus pais mas são “educados” pelos jogos computarizados.
Enquanto o nosso tempo continua ocupado por todas essas coisas e ficamos sem tempo para investirmos nas coisas que realmente importam, o mundo à nossa volta continuará a ruir e nós nem reparamos. As coisas que realmente devem consumir o nosso tempo como família, investir na nossa vida espiritual e na nossa relação com Deus, estão sendo negligenciadas porque nunca temos tempo para aquilo que realmente é importante.
Devido a todas essas coisas que estão ao nosso dispor, nós sempre temos a mesma desculpa que sempre que estamos para fazer algo construtivo a nossa resposta é sempre a mesma: “Estou muito ocupado!” Imagine se você estivesse sempre ocupado para as coisas que não são importantes, e estivesse sempre disponível para passar tempo com a sua família, meditar na palavra de Deus, e até investir mais tempo na sua vida espiritual. Nós não teríamos tantos lares destruídos, e a depressão não estaria destruindo a vida de tantos.
Tome controle do seu tempo para aquilo que realmente é importante.
Deus é consigo.
O que nos leva a pensar o seguinte; como é que as pessoas viviam antes de ter toda esta tecnologia à sua volta? A maior parte das pessoas são da opinião que naquela altura a vida deveria ser um verdadeiro tédio. Contudo parece que hoje em dia, o número de pessoas que sofrem com depressão não para de subir, e a taxa de divórcio também está cada vez mais alta, e o crime nas nossas ruas se torna cada vez mais violento. Será que isto é um sinal que alguma coisa ao nosso redor tem que mudar?
A verdade é que todas estas tecnologias hoje em dia só nos roubam do tempo que outrora dedicávamos às coisas que são realmente importantes. Antigamente as pessoas passavam a sua hora do jantar sentados à mesa com a sua família, falando sobre os planos do futuro e desfrutando da companhia um do outro. Mas hoje em dia essas mesmas pessoas se acham ocupadas demais porque estão vendo os seus emails ou falando de graça na internet com os seus amigos noutra parte do mundo. As crianças hoje em dia não brincam mais com os seus pais mas são “educados” pelos jogos computarizados.
Enquanto o nosso tempo continua ocupado por todas essas coisas e ficamos sem tempo para investirmos nas coisas que realmente importam, o mundo à nossa volta continuará a ruir e nós nem reparamos. As coisas que realmente devem consumir o nosso tempo como família, investir na nossa vida espiritual e na nossa relação com Deus, estão sendo negligenciadas porque nunca temos tempo para aquilo que realmente é importante.
Devido a todas essas coisas que estão ao nosso dispor, nós sempre temos a mesma desculpa que sempre que estamos para fazer algo construtivo a nossa resposta é sempre a mesma: “Estou muito ocupado!” Imagine se você estivesse sempre ocupado para as coisas que não são importantes, e estivesse sempre disponível para passar tempo com a sua família, meditar na palavra de Deus, e até investir mais tempo na sua vida espiritual. Nós não teríamos tantos lares destruídos, e a depressão não estaria destruindo a vida de tantos.
Tome controle do seu tempo para aquilo que realmente é importante.
Deus é consigo.
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